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CURSO CONTRATAÇÕES DE OBRAS NAS ESTATAIS

As cautelas indispensáveis para obtenção de bons resultados

Curso completo, desde o planejamento até a fiscalização da execução contratual

De acordo com as disposições da Lei nº 13.303/2016 e a mais recente jurisprudência do TCU

 

A contratação de obras e serviços de engenharia continua representando uma grande dificuldade para a administração pública. De um lado, por causa das especificidades envolvidas. Especificidades que passam por uma legislação própria, que complementa as disposições da lei geral, ao lado da necessidade de formação técnica e inscrição na entidade profissional competente. É muito grande a quantidade de detalhes envolvidos, que precisam atender regulamentações próprias e a jurisprudência dos órgãos de controle.

 

De outro lado, por causa dos grandes valores envolvidos, que acabam por gerar oportunidade de grandes desvios de recursos do erário se as cautelas necessárias não forem aplicadas adequadamente. É muito comum ouvirmos falar em sobrepreço e superfaturamento em obras, muitas vezes gerados por deficiências no processo de contratação; outras vezes, por deficiências na fiscalização da execução.

 

A Lei nº 13.303, de 2016, inovou o ordenamento jurídico das empresas estatais, incorporando disposições que, até então, constavam de outras normas legais e de regulamentos, trazendo novas obrigações e novas cautelas a serem observadas, inclusive incorporando regimes de execução antes destinados a situações específicas. É indispensável que todos estejam preparados para a boa condução do processo de seleção da proposta efetivamente mais vantajosa, como também para a adequada participação no processo de gestão e fiscalização da execução do contrato, de forma a evitar que um bom resultado obtido na licitação se transforme em prejuízos e condutas inadequadas, impactando sobremodo o caixa da estatal.

 

O presente Curso tem a finalidade de preparar os funcionários das empresas estatais para a boa condução dos processos de contratação e execução de obras públicas, desde a fase de planejamento até o encerramento da execução contratual, passando pela fase de realização do certame licitatório, examinando os aspectos técnicos e práticos a serem cumpridos e as novas regras da Lei nº 13.303/2016, tudo de acordo com a mais recente jurisprudência dos órgãos de controle.

 

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Objetivos gerais

Preparar os funcionários envolvidos para o planejamento, a realização do certame licitatório e a execução contratual das obras e serviços de engenharia.

A quem se destina

●Gestores e fiscais de contratos

●Funcionários e administradores de empresas construtoras 

●Funcionários e administradores de empresas de engenharia consultiva

●Membros de comissões de licitação

●Procuradores e advogados públicos

●Pregoeiros

●Comissões de apoio ao pregoeiro

●Advogados

●Auditores e servidores de órgãos de controle interno 

●Gestores públicos em geral

●Servidores em geral que atuam nos processos de licitações pública

●Ordenadores de despesa

●Demais profissionais interessados no assunto

 

Conteúdo programático

I. LEGISLAÇÃO ENVOLVIDA

●Licitação: conceito e finalidade

●A Lei nº 13.303/2016 e os regulamentos das estatais

●Funcionários que deverão participar do processo

●A importância do planejamento da contratação e sua influência na fase licitatória e na fase da execução contratual

●Discussões na fase preparatória: participação dos especialistas das áreas de engenharia e de arquitetura

 

II. A FASE PREPARATÓRIA E OS DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS

●Elaboração do programa de necessidades e a participação da alta administração

●Os Estudos Técnicos Preliminares

oquais os objetivos; quem deve elaborar

odefinição da melhor solução e aprovação

●O anteprojeto

onível de detalhamento

odocumentos que compõem

●Projeto Básico e sua importância

oatendimento às disposições da Resolução nº 361, do CONFEA

ocomposição

oelaboração

odetalhamento

oelaboração do cronograma físico-financeiro em função do interesse da administração

●Elaboração do orçamento estimado

oregras fundamentais a serem observadas

onível de precisão

oconceitos de sobrepreço e superfaturamento

oreferenciais de custo unitário que podem ser adotados

oajustes que podem ser feitos em função de especificidades de projeto e de localização

●O BDI referencial

oComposição básica

oVedação à inclusão de tributos de natureza direta e personalística

oO BDI da proposta de cada licitante e o princípio da livre iniciativa

oParâmetros referenciais de BDI definidos pelo TCU

oBDI máximo e a conveniência de sua não adoção

 

III – GESTÃO DE RISCO E GARANTIAS

●Características dos riscos

●Mapas de riscos

●A elaboração da matriz de riscos

●As garantias que podem ser exigidas

ocautelas em relação ao seguro-garantia e à fiança bancária

oos limites percentuais das garantias de obras

oa cláusula de retomada e suas consequências

 

IV - A FASE LICITATÓRIA

●Documentos que podem ser exigidos para habilitação na licitação

●A preocupação com as exigências de qualificação técnica

oDiferenças entre qualificação técnica-profissional e qualificação técnica-operacional

oDefinição das parcelas de maior relevância e valor significativo

oExigências específicas para a qualificação técnico-profissional

oA questão do relacionamento entre a licitante e o responsável técnico

 

●Julgamento das propostas

oPrincípio do formalismo moderado

oCritérios de aceitabilidade

oPreços inexequíveis

oFase recursal e seu desenvolvimento

 

V – OS REGIMES DE EXECUÇÃO DOS CONTRATOS E A EQUAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DO CONTRATO

●Diferenças fundamentais na atuação da fiscalização nas obras contratadas por empreitada por preço global e por empreitada por preço unitário

ovinculação expressa ao cronograma físico-financeiro

ocomo devem ser feitas as “medições” em cada uma das hipóteses

oobrigatoriedade do cumprimento rigoroso da documentação técnica dos projetos

●Equação econômico-financeira: manutenção do equilíbrio

ohipóteses de reajustamento, repactuação e de revisão

oregras para o reajustamento dos preços contratados

oíndices a serem adotados e forma de contagem da anualidade

●Alterações contratuais

oacréscimos e supressões

oalterações quantitativas e alterações qualitativas; a mais recente interpretação do TCU

ocomo calcular os respectivos limites

oobrigatoriedade da formalização dos aditivos

ocautelas a serem obrigatoriamente observadas quando da elaboração de orçamento para alterações

oregras em relação ao BDI a ser utilizado nas alterações

●Cautelas em relação ao “jogo de planilhas”

ovedação à “química”, de acordo com a jurisprudência do TCU

 

VI – GESTÃO E EXECUÇÃO DO CONTRATO

●Contrato das estatais: prevalência das regras de direito privado; cautelas a serem adotadas

●Formalização do contrato

oregras a serem observadas

odesistência da contratação; possibilidade de convocação de licitantes remanescentes

●Publicidade como condição de eficácia

●As cláusulas essenciais

●Contratos por escopo e contrato a prazo: regras específicas

●Prazos de vigência e de execução

oa melhor interpretação das disposições legais para as obras e os serviços de engenharia

oobrigatoriedade de estabelecimento formal

●Prorrogação dos prazos contratuais

ohipóteses legais

oprorrogação do prazo de execução

oprorrogação do prazo de vigência

oos contratos com vigência indeterminada

●Fiscalização da execução do contrato

odesignação obrigatória dos Fiscais e do Gestor

oComissão de Fiscalização

ofiscal da obra e a necessidade do Fiscal do contrato

oresponsabilização da administração por encargos previdenciários e trabalhistas

oa gestão por competências e a possibilidade de recusa da designação

ovedações impostas pelo Princípio da Segregação

●Possibilidade de contratação de acompanhamento da fiscalização

oresponsabilidades dos fiscais e dos terceiros

●Atuação do gestor e dos fiscais

oregras básicas

orespeito ao limite de competência

oobrigação da formalização das determinações

outilização do Livro de Ordem (Diário de Obras)

●Possibilidade de responsabilização dos fiscais por inexecução deficiente dos contratos de obras e serviços de engenharia

oResponsabilidade nos casos de auxílio por terceirizado

●A presença obrigatória do preposto do contratado

oa questão do responsável técnico

oexigência de engenheiro residente

●As regras do Decreto nº 7.983, de 2013 quanto à fiscalização de contratos de obras

●Possibilidade da realização de pagamentos antecipados por materiais e equipamentos postos no canteiro

oposicionamento do TCU

●A questão da subcontratação: quando e como pode ser admitida

oquais os documentos que podem ser exigidos do subcontratado

●Acompanhamento dos prazos contratuais

●Recebimento provisório e definitivo da obra: cautelas

osegregação dos encarregados

oprazos

 

Mais Informações

Carga Horária: 16 h/a.

Instrutor

Equipe Supercia 06

O conteúdo deste curso poderá ser customizado de acordo com a sua necessidade, no formato in company ou compartilhado. Converse conosco.

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